quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Festas infantis


  Bom dia caros leitores, tudo bem?

  Esse é mais um post da tag Dani Fernandes. 

  Como estão sendo as férias de vocês? Eu continuo tendo que ir trabalhar, mas só o fato de poder acordar um pouco mais tarde e saber que passei de semestre na faculdade já é um baita alívio, mas férias não será o tema deste post, hoje iremos falar de festas infantis. 

  Eu costumo sempre ficar muito animada para ir a festas infantis, por ver que aquela criaturinha fofa está crescendo e eu faço parte da vida dela e em segundo lugar pelas guloseimas maravilhosas (hahaha atire a primeira pedra quem nunca foi a uma festa pensando no brigadeiro), coxinha, bolinha de queijo, esfirra, brigadeiro, beijinho, bolo e por ai vai. É uma explosão de gostosuras e de calorias. 

  Outra coisa muito importante que vale lembrar diante desse tema, é o estranho costume de alguns pais em colocar o rosto da criança no bolo, gente, o que é isso? Só eu que não me sinto bem comendo um pedaço de bolo olhando para o olho de uma criança? Gente...isso não é normal não... Como se essa sensação já não fosse ruim, no momento em que são distribuídos os pedaços, crianças enlouquecidas e tios orgulhosos ficam gritando, amontando-se e competindo um com os outros quem pegará o olho, a boca ou o nariz. Só eu que acho muito, muito, muito estranho ouvir alguém gritar "eu quero o nariz dele, me dá o nariz!", gente...repito mais uma vez: isso não é normal não. 

  Passado o corte do bolo, vale ressaltar também como as crianças ficam extremamente elétricas, elas que já são espuletas em dias normais, dentro de casa, ao saberem que estão numa festa, cheia de outras crianças por perto e ainda comendo docinhos e tomando refrigerante adoidado, ficam mais entusiasmadas do que de costume, isso pode ser uma combinação perigosa! Elas correm de um lado para o outro, não querem nem saber dos pais ou dos tios, brincam com crianças que acabaram de conhecer como se fossem irmãos, inventam umas brincadeiras malucas, derrubam refrigerante no chão e pisam em cima deixando aquela meleca preta que gruda, até o momento em que resolvem brincar de pega-pega. Esse é o momento que deixa muitos adultos com o coração na mão.

  As crianças começam a correr descontroladas de um lado para o outro gritando e esbarrando no seu braço, fazendo com que a sua bolinha de queijo caia no chão, ai algum adulto resolve tomar alguma atitude e dá AQUELE grito mandando elas ficarem quietas, até que em algumas vezes elas obedecem, vão se abastecer tomando um refrigerante e logo voltam a correr. É impressionante como as crianças ficam diferentes nessas festinhas, elas só querem saber de correr, correr, correr, não ligam nem para os pais. 

  E quando a festa é na casa de alguém e mora um cachorro lá? Coitado...

  E a música? Ficar ouvindo por pelo menos três horas músicas do Patati Patatá, Xuxa e Galinha Pintadinha não é fácil. 

  E então, o relógio marca 22hr, momento em que as pessoas começam ir embora, mesmo aos protestos e manhas das crianças, porém esse protesto dura até ela chegar no carro, aliás, que tipo de magia há no carro? A criança senta dentro do carro e dorme, e dorme até o dia seguinte. E depois de toda essa loucura ao olhar aquela linda criatura dormindo calmamente nos dá aquele sentimento no coração de valeu a pena, e só conseguimos agradecer a Deus por esses momentos abençoados e por essas coisas que amo ir a festas infantis.

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